segunda-feira, 17 de junho de 2013

Situação de aprendizagem com texto: " Meu primeiro beijo"

Situação de aprendizagem
Texto: " Meu primeiro beijo"
Autor: Antônio Barreto.
Público-alvo: 8° ano
Tempo previsto:  8 aulas

Atividades:

 - Vídeo com o trecho do filme “MEU PRIMEIRO AMOR” ( Cena do beijo) com a subtração da imagem.
Atividade de Sensibilização: O aluno deve mobilizar seus conhecimentos para reconhecer o tema. 
Fundamentação teórica: ativação de conhecimento de mundo – ativação de conteúdo.

 Leitura compartilhada do texto “Meu primeiro Beijo”, de Antonio Barreto. Roda de conversa com os alunos para que eles possam compartilhar suas experiências anteriores.
Fundamentação teórica: Checagem de hipóteses.

 Reconhecer os termos ligados a  outras disciplinas através do uso do dicionário e pesquisa no laboratório de informática.
Fundamentação Teórica: Localização de informações.

 Aula interdisciplinar com professores de Ciências e Matemática para entender como se processa o ato de beijar o outro e impactos que podem provocar no corpo.
Fundamentação teórica: Comparação de informações.

 Roda de conversa para formular hipótese de situações relacionadas ao texto e ao cotidiano do aluno.
Questões que podem ser abordadas:
O que pode acontecer após o primeiro beijo?
Será que depois do primeiro beijo pode-se levar ao casamento?
Fundamentação teórica: Produção de inferências locais e globais.

 Produção escrita : Reescrevendo o final da história.
Fundamentação teórica – Produção de inferências locais.

Análise da biografia do autor e as ideologias que ele carrega. Através de pesquisa no laboratório de informática.
Fundamentação teórica – Recuperação do contexto de produção do texto.

 Produção de desenhos que retratem o olhar dos alunos sobre o primeiro beijo.

 Reflexão e audição da música: “Beija eu”, Marisa Monte.
Fundamentação teórica – Percepções de outras linguagens.

10ª Debate com os alunos sobre a postura dos jovens nos relacionamentos, valorização do indivíduo, do amor próprio e aceitação social.
Fundamentação teórica – Elaboração de apreciações relativas a valores éticos.

11ª Produção de cartazes abordando os benefícios e malefícios do beijo
Fundamentação teórica – Produção de inferências locais.
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM. TEXTO: " MEU PRIMEIRO BEIJO ", ANTÔNIO BARRETO.
 Público alvo: 9° Ano ( Ensino Fundamental )
Tempo previsto: 2 a 3 aulas.

ANTES DA LEITURA.
Antecipação do diálogo, com conversas e perguntas sobre o título. O que vocês acham que o título sugere, qual será a leitura?
Verificação dos conhecimentos prévios, das hipóteses dos alunos a respeito do título.
Fazer questionamentos sobre o primeiro beijo.
- Com quantos anos você acha que acontece o primeiro beijo?
-Você já ouviu falar em BV?
-O que você acha atualmente desse assunto?
FAZER A LEITURA DO TEXTO.
Professor e alunos localizarão no texto  informações pertinentes e farão algumas anotações de palavras desconhecidas, para serem localizadas no dicionário.
Logo após farão uma sequência de narrativa.
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DO TEXTO.
Desenvolver aspectos de figura de linguagem e vícios de linguagem, à partir da crônica. O professor fará as devidas inferências e questionamentos sobre o texto.
_ Quem é o narrador da história?
_Quais são os personagens?
_Em que local aconteceu o fato?
_Foi algo planejado ou repentino, inesperável?
_ Será que não existia algo em suspenso, no ar, algumas dicas efetuadas por um do dois ou por ambos?
_ O que aconteceu no decorrer da história?
 Pode se solicitar um debate em grupo.
O professor irá trabalhar o tempo e espaço, fazendo alguns questionamentos.
  Como você acha que termina essa história? Já que no texto não fica claro. Escreva.
Trabalhar um resumo do texto. Pedi que os alunos destaquem as partes principais do texto e escreva com sentido.
RELAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE E INTERDISCURSIVIDADE.
Música ( Já sei namorar )
Filme ( " Meu primeiro amor " )
Imagens que os alunos pesquisariam na internet, usando os recursos tecnológicos disponíveis na escola.
     OBSERVAÇÃO: Para finalizar podemos pedir que os alunos façam uma música em grupos diversos.




SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM -TEXTO AVESTRUZ- MÁRIO PRATA.

 Texto: Avestruz de Mário Prata.

 Público alvo: 6° ano ( Ensino Fundamental )

 Tempo previsto: 2 a 4 aulas


Conteúdos e temas:Traços característicos da crônica narrativa, síntese das capacidades de leitura com sugestões de como desenvolver ( Rojo, 2004 ); gêneros
gêneros e progressão em expressão oral e escrita - elementos para reflexão sobre uma experiencia suiça (Francófona )
Competências e habilidades: Explorar, desenvolver e ampliar as capacidades de leitura. 
Estratégias: Trabalho diversificado com diversos recursos; apresentação de imagens, poemas, charges, etc.
 Antes de ler o texto:
-Ativar os conhecimentos de mundo, antecipação, fazer o levantamento das hipóteses sobre o título, fazendo questionamentos.
-Checar as expectativas dos alunos em relação ao texto fazendo questionamentos.
Iniciar uma roda de conversa. Realizar algumas perguntas, fazendo suspense.
Que animal aparece no texto?
Que espécie de animal vocês acham que ele é?
Você já viu um avestruz?
Quais são suas características?
E o seu tamanho? Você têm noção?
Como seria ter um avestruz em casa como animal de estimação? Você acha que daria certo?
Seria bom para o avestruz?
 Após os comentários, o Professor daria o texto xerocado ou passaria no datashow.
Agora leia o texto a seguir:
 Texto Avestruz de Mário Prata.
 O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus dez anos, uma avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi aqui ao lado de casa, em Floripa, que o menino conheceu as avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles, Aquilo impressionou o garoto.
 Culpado, fui até o local  saber se eles vendiam filhotes de avestruzes. E se entregavam em domicílio.
 E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. A avestruz foi um erro da natureza, minha amiga. Na hora de criar o avestruz, deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa uma avestruz? Entre 100 e 160 quilos, fui logo avisando a minha amiga . E a altura pode chegar a quase três metros . 2,7 para ser mais exato.
 Mas eu estava falando da sua criação por deus. Colocou um pescoço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente para evitar que saíssem voando em bandos por aí assustando as demais aves normais.
 Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé.
 Sacanagem, Senhor!
 Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que logo depois, Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse: Struthio camelus australis. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha.
 Pois um animal daquele tamanho deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que elas vivem até os setenta anos e se reproduzem plenamente até os quarenta, entrando depois na menopausa, não têm, portanto, TPM. Uma avestruz com TPM é perigosíssima!
 Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento.
 Ele insiste, quer que eu leve uma avestruz para ele de avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer.
 Foi quando descobri que elas comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeiras. Joguinhos eletrônicos, por exemplo. Máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem.
 Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu.
 Pedi para a minha amiga levar o garoto num psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz.
Prata, Mário.Avestruz
 Localização de Informações;
 Comparação de informações; Generalizações.
- Identificar palavras-chave.
-Vocabulário. Uso do dicionário.
-Ficha Técnica do avestruz com informações do texto.
 Ficha Técnica.
-Nome científico.
-Altura.
-Peso
-Habitat.
Alimentação
 Durante a leitura:
 Fazer inferências sobre o texto.
Porque vocês acham que o garoto não se interessou em obter o avestruz? Como ele se convenceu?
Percepção de outras linguagens. Apreciações estéticas ou afetivas, apreciação relatiava a valores éticos ou políticos..
 O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus dez anos, uma avestruz.
 Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruzes.
 Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento.
 Depois da leitura:
-Questionar sobre o gênero lido.
-Recuperar o contexto de produção.
-Refletir e revisar o texto.
-Explicar que esse gênero textual são publicados em jornais.
-Perguntar, quem são os leitores desse tipo de texto?
-Uma das características da crônica é a narrativa atual do cotidiano. Que elementos do etxto confirmam isto?
 PERCEPÇÃO DAS RELAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE; INTERDISCURSIVIDADE.
Será usada música, charge, vídeo, pesquisa feita pelos alunos, usando a internet, interdisciplinaridade com Ciências, Matemática, Artes.
 Podemos utilizar o segredo. O que seria, não colocaria o final do texto, pediria aos alunos que escrevessem o final que eles acham que teria o texto. Poderia até ser uma produção coletiva desse final. onde cada um imaginaria uma coisa. Após esse momento seria dado o final do autor do texto e faria uma comparação.


Situações de aprendizagem do texto: Pausa de Moacyr Sclair. 
6° Ano (Ensino Fundamental)
Tempo previsto:  04 aulas
- Antes de ler o texto, fazer o levantamento do conhecimento prévio dos alunos, a respeito do assunto ou do próprio texto.
- Fazer o levantamento das hipóteses. Através do título do texto, fazer questionamentos. Sobre que assunto, vocês acham que o texto vai tratrar?
Expectativas dos alunos em função do texto.
-Conversar com os alunos, sobre suas expectativas em função do texto. Checar as hipóteses, fazendo inferências, antecipação do tema ou ideia principal a partir de elmentos paratextuais, como título. 
Capacidade de compreensão do texto.
-Roda de leitura. Leitura compartilhada, explicitação das expectativas de leitura a partir da análise dos índices anteriores e das inferências.
Análise dos dados bibliográficos ( autor, época, linguagem )
Após fazer a leitura e checar as hipóteses do aluno, faremos a antecipação da ideia principal a partir de imagens, vídeos...
Definições dos objetos de leitura.Produção de inferências locais, produção de inferências globais. Reconhecer o espaço e o tempo, inferir características do personagem.
-Recuperação do contexto de produção, definição de finalidades e metas da atividade de leitura.
-Esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferência ou consulta a dicionário.
-Identificação de palavras-chave para determinação dos conceitos veiculados.    
-Preparação das relações de intertextualidade, percepção das relações de interdiscursividade.
-Busca de informações complementares em textos de apoio subordinado ao texto principal ou por meio de consulta a inciclopédias, internet e outras fontes.
- Percepçao de outras linguagens. Apreciações estéticas ou afetivas, apreciação relativa a valores éticos ou políticos.
- Indagar o aluno sobre o gênero narrativo conduzindo-o a reconhecer as suas características no texto. Identificar os personagens.
-Comparação dos conhecimentos de mundo com o texto lido, aprimorando os relatos dotexto e do contexto. O aluno, irá comparar seus conhecimentos como que foi lido.
-Uso das palavras pouco conhecidas ao leitor, aluno.Ex: cabeceira, aposento, tripé.
Questionar o aluno sobre o desfecho do texto. O que esse homem procurava? O que foi narrado é verídico ou real? É possível alguém ter esse tipo de rotina, se achar tão perturbado? Será que ele esteve mesmo nesse lugar? Que fuga era essa? Será que esse lugar é real para ele ou ele inventa? Dependendo da resposta de cada um faremos um debate.
Caras colegas isso é só uma introdução do que poderá ser feito, preciso que vocês opinem, não coloquei a série e falta acrescentar a intertextualidade. Música, vídeo, etc... Pesquisem e se comuniquem.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Eu, Eliana, não tenho lembranças, da minha primeira leitura, mas lembro-me,quando meu irmão ;trazia  revista, que nela  continha,novelas em quadrinhos,ou á  revista,Placar(kk)com o tempo, fui gostando de outros tipos de leitura,tipo;Dom Casmurro,Senhora;Primo Basílio entre outros,conto essa minha minha experiência, para meus  alunos, porque nem sempre,  os pais, se dispõe de tempo, para indicar alguma leitura ou talvez não tenham conhecimento , de qual seria uma indicação certa, de leitura para seu filho, entretanto, nós  educadores, que temos  que incentivá-los ,a leitura e a escrita.

sábado, 8 de junho de 2013

 Relato de experiência com a leitura e escrita

 
Gostaria de compartilhar a minha experiência com  todos participantes do blog.
Sabemos que nossa língua apresenta duas modalidades, a oral e a escrita, portanto, vou começar por uma experiência muito marcante em minha vida com relação a escrita.
Quando ainda cursava a 3ª série, atual 4º ano, minha inesquecível professora Cláudia propos que escrevessemos uma narrativa cujo tema era livre e, na ocasião, eu havia perdido meu avô a pouco tempo. Por este motivo, resolvi escrever sobre a convivência que tínhamos ( eu e ele). Fui escrevendo sem notar o número de linhas, que já passava daquele determinado pela professora. Penso que quando escrevemos sobre aquilo ou quem gostamos, tudo fica mais fácil.
Fui colocando alí naquela folha de almaço, meus setimentos de amor e saudade, tudo do meu jeitinho.
Ao receber minha produção já corrigida, deparei-me com a seguinte anotação feita por minha professora: " Clediane, sorte de sua família por ter uma pessoa tão carinhosa e especial como você!"  Naquele momento, passei a sentir-me mais confiante em minhas produções escritas e hoje percebo que o incentivo e as intervenções do professor são fundamentais para se atingir um grande objetivo: tornar o aluno um escritor competente e capaz de apreciar a leitura e a escrita.
Minha mãe ( filha do avô que me refiro no início do depoimento), guarda até hoje minha produção escrita como se fosse um troféu!
Anos mais tarde, já no 2º ano do ensino médio, tive uma experiência maravilhosa com a leitura. Durante nossos estudos sobre a escola literária do Realismo, minha professora Célia fez comentários incríveis sobre a obra" O Cortiço" de Aluizio de Azevedo. Lembro-me como se fosse hoje a leitura de um fragmento da obra com que ela nos presenteou. É nesse momento que entra o trabalho com a oralidade, pois a leitura feita por ela passava emoção e sua entonação a cada personagem era perfeita!
Através desse fragmento, consegui o livro na biblioteca da própria escola e achei a história muito interessante pelo fato de apresentar descrições bem detalhadas e um cenário baseado na realidade da época: portugueses e suas atividades comerciais, os escravos e trabalhadores (inquilinos de João Romão).

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Referências Bibliográficas
BAKHTIN, M. M./VOLOCHINOV, V. N. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992.
BARRETO, Antonio. Meu primeiro beijo. In:______ Balada do Primeiro Amor. São Paulo: FTD, 1977. p. 134-136.
DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard et al. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita – elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (Francófona). In: ______. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras, 2012. p. 35-60.
GUEDES, Paulo Coimbra; SOUZA, Jane Mari de. Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português. In: Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. 9. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2011.
PIMENTEL, Carmem. Comunicação e educação em rede: blogs na escola. Salto para o Futuro – Cultura Digital e Escola. Ano XX, boletim 10, 2010.
PRATA, Mário. Avestruz. 5ª série/6º ano. vol. 2. Caderno do aluno (p. 9) e Caderno do professor (p. 18).
ROJO, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. In: Curso EaD/EFAP. Leitura e escrita em contexto digital – Programa Práticas de leitura e escrita na contemporaneidade. 2012.
SCLIAR, Moacyr. Pausa. In: BOSI. Alfredo (Org.) Conto Brasileiro Contemporâneo. São Paulo: Cultrix, s/d. p. 275-277.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Parabenizo o grupo pela idéia de criar um blog voltado para a leitura, visto que nossos alunos estão cada vez mais conectados e poderão de alguma forma e de qualquer lugar receberem sugestões de textos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Relato de experiencia de leitura e escrita

Relato de experiência de leitura e escrita.
      Gosto muito da profissão que escolhi. Desde criança gosto de ler e escrever. Lembro-me da minha primeira professora, ela era minha tia por parte de mãe e lecionava na escola onde eu estudava. Gostei de ler desde o primeiro momento, foi ela quem me alfabetizou. Sempre tive um ambiente propicio à leitura, mesmo antes de saber ler. A professora sempre lia e procurava fazer intervenções e questionamentos. A leitura é antes de tudo um objeto de ensino e é necessário que tenha sentido no ponto de vista do aluno.Quando se lê por prazer, o leitor pode reler várias vezes as frases cuja beleza, ironia ou precisão forem marcantes e prestar pouca atenção às outras partes do texto. Naõ tinhamos as facilidades que temos hoje em dia, todos esses recursos e materiais disponíveis na escola, na mídia,nos ambientes virtuais, mas os professores eram criativos. Quando adolescente, gostava muito de escrever, escrevia poesias, músicas, nunca divulguei, escrevia para mim, pelo prazer de escrever. Quando ingressei no estado procurei passar esse prazer de ler, para os meus alunos. Procuro bons textos para serem explorados e trabalhados, elaboro pesquisas, estudo antes de aplicar.Gostaria de ter mais tempo de ler, mas o tempo que tenho disponível procuro utlizar para ler bons textos, interagir com pessoas que gostam de ler e escrever como eu. Ler para mim é ir além do imaginário, entrar na história, como se quem está lendo ficasse tão próximo do que está lendo, que faz parte da história, se envolve, participa, vivencia.